Você sabe como tratar questões ligadas ao direito envolvendo idosos, pessoas com deficiência e doentes crônicos?

Só quem tem um familiar numa UTI, por um longo período, sabe detalhes da rotina estressante que a família enfrenta. O mesmo pode se dizer de um doente crônico. Lidar com a burocracia que envolve hospitais, planos de saúde ou questões legais relacionadas ao dia a dia é um grande desafio.

“Quando enfrentamos um problema grave perdemos o chão, literalmente. Só que a vida não para. Precisamos tomar uma série de decisões e nem sempre sabemos qual o melhor caminho. Falo isso com segurança, pois minha família e eu passamos uma situação assim, e foi a partir daí que decidi dar uma nova perspectiva para a minha vida profissional”, conta a advogada Carla Barusso, com quase 20 anos de experiência no meio jurídico.

Formada pela Faculdade de Direito de Curitiba, com especialização e mestrado na área empresarial, Carla viu a sua vida profissional passar por uma grande mudança depois de perder a mãe e na sequência o pai, que passou mais de 30 dias internado numa UTI. “Foi uma fase extremamente difícil. A UTI é cheia de regras, a família precisa tomar decisões urgentes sobre assuntos desconhecidos, o plano de saúde pode dificultar o acesso a alguns tratamentos, o seguro tem cláusulas não muito claras e você está completamente voltada para o bem-estar do seu familiar. Mas como eu sou advogada, coube a mim cuidar de tudo isso”. O pai de Carla, também advogado, veio a falecer, mas ela resolveu tirar dessa fase uma lição para a vida e resolveu se especializar e trabalhar numa outra área que não a empresarial.

“Depois de tudo isso, vi que tinha aprendido muito e que tinha plenas condições de auxiliar outras famílias que passam pela mesma dificuldade. Transformei todo o sofrimento em aprendizado e hoje, o escritório CBMH, formado por uma equipe multidisciplinar e liderado por mim, tem como foco o trabalho de suporte a idosos, doentes crônicos, pessoas com deficiência e suas respectivas famílias”, explica.

Além de cuidar de toda a parte legal que o momento exige, quando necessário a advogada faz a mediação entre a família e a equipe médica e auxilia nas questões legais. “Atendimento humanizado, cuidados paliativos, direitos dos idosos, herdeiros, testamentos. Quando essas palavras se transformam em realidade na nossa vida – e de uma forma ou de outra todos vamos passar por isso, pois naturalmente estamos envelhecendo -, percebemos que precisamos de ajuda e orientação, e nós estamos preparados para isso”, conclui.

 

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